Passo todos os dias a me perguntar o que fazer de minha vida, e a cada segundo obtenho uma nova resposta. Profissionalmente o mercado anda cada vez mais competitivo, e confesso que os trabalhos cada vez mais chatos. Me lembro de quando era criança, quantos desejos e sonhos eu vislumbrara para quando chegasse aos 25 anos . Pois bem, cá estou, com 25 anos , e nenhum desejo da minha idade tenra se tornou realidade. Parece que quando somos novos esquecemos de certas dificuldade encontradas ao longo de tal jornada. A necessidade do dinheiro faz com que fiquemos quadrados, trabalhando em baias com nosso próprio computador, nos tornamos números em meio a milhões como nós.
Em meio a isso tudo, creio que seja a hora da revolução. A liberdade de expressão, o acesso global em segundos, o poder da palavra e da imagem, são os instrumentos. A rebelião deve ser instaurada, devemos ter nome e sobrenome, comida, dança e arte. Não devemos nos esquecer de quantas pessoas ao longo dos últimos 50 anos lutaram para que pudéssemos conseguir o que temos. Não devemos parar por aí. Somos jovens, saudáveis, inteligentes e inconformados!
terça-feira, 10 de julho de 2007
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Um comentário:
Meu caro Otavio,
Tomo frente junto a ti nessa mais do que necessária revolução. A apatia reina. Confesso que me encontro em situação desconfortável ao ver tantas mentes criativas estagnando seus pensamentos entre divisórias de escritórios acinzentados e gelados.
E vamos seguir em busca de Frida!
Dani Schneider
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